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FaceApp mostra a necessidade de ações para privacidade de dados

Na última semana um fênomeno tomou conta das redes sociais: o aplicativo FaceApp.

Publicado em 18 Jul 2019

Na última semana um fênomeno tomou conta das redes sociais: o aplicativo FaceApp, responsável por deixar uma pessoa com aparência mais velha nas fotos, já aparece no topo da lista dos aplicativos mais baixados na Google Play e na App Store.


Poucos dias depois, algumas revelações vieram a tona: apesar de divertido, o aplicativo possui uma política de privacidade que pode assustar ainda mais do que somente rugas. Documentos vagos e com pouco respaldo aos usuários agora parecem dar brechas para o uso das imagens de forma indiscrimada pela empresa.


Com uma política extremamente vaga, poucas informações sobre como são utilizados os dados captados assusta uma série de especialistas.


O porquê? Com uma política tão genérica, há a possibilidade de se coletar e usar não somente as fotos dos usuários, mas também uma série de outras informações sensíveis, como identificadores de seu aparelho celular, endereço de e-mail e dados de localização.


Gustavo Camargo, do time de Vendas e Marketing, vai além: “O aplicativo se posiciona dizendo que as informações do usuário podem ser compartilhada não só dentro do grupo responsável pela FaceApp, mas também com seus “afiliados”. Ou seja, é muito provável que a empresa venda seus dados para outras empresas, desde companhias especializadas em anúncios e outras formas de marketing.”.